Gerino, Alain2025-07-142025-07-142020-09In: Convocarte, nº10 (set. 2020): Arte e loucura, p. 304-3212183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/102148Este artigo tem como propósito falar da relação corpo e obra a partir da produção criativa de pessoas que tiveram ou têm alguma relação com a loucura. No que tange a análise, partirei das escritas de Warisflor, que é pessoa com esquizofrenia, para interrogar as imagens cristalizadas da loucura e do louco. Escritas essas que se iniciam como recomendação de seu psiquiatra e estremecem o domínio que os saberes médicos-científicos obtêm sob a loucura. As escritas de Warisflor levam-nos a interrogar quais tramas estão presentes nesse tipo de produção criativa, da pessoa com esquizofrenia, para além de uma ideia enquanto obra de arte. Sem intenções de decifrar o que é ou não obra de arte, visamos pensar o que há nas produções criativas que atravessam um corpo marcado pelo transtorno mental e que o transforma em corpo como meio.porEsquizofreniaEscritaTranstorno MentalDobraWarisflor e a escrita: o corpo como meiojournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00124.20252183–6981