Gomes, Pedro2019-09-102019-09-102019Gomes, P. (2019). Colonialismo, classe e nação na história do automobilismo angolano (1957-1975). Lusotopie, 18 (1), 12-39http://hdl.handle.net/10451/39465Este artigo propõe-se refletir sobre a relação entre o processo de ‘desportivização’ do automobilismo e as motivações que a elite local projetava sobre a modalidade, averiguando de que forma se coadunavam com a ideia da unidade do império. Procura-se explicar como os critérios sociais de entrada neste desporto foram evoluindo e como isso era revelador de rivalidades e dinâmicas económicas mais amplas que moviam os investidores a apostarem na modalidade para promover as suas marcas. A construção do Autódromo de Luanda e a internacionalização das ‘6 horas de Nova Lisboa’ ajudaram a popularizar a modalidade incentivando vínculos identitários locais que ora se articularam com os interesses do governo ora com interesses autonomistas de uma elite local.porAutomobilismoAutódromo de LuandaAngola colonialColonialismo, classe e nação na história do automobilismo angolano (1957-1975)Colonialisme, classe et nation dans l’histoire du sport automobile angolais (1957-1975)journal article10.1163/17683084-12341730