Queiroz, JoãoTeixeira, Maria Odete MonteiroTrindade, António OriolAlves Nunes Dos Santos, LauerAraújo, Viviane GilCosta, Sara Antunes Prata Dias daKarwatzki Chagas, WalterBlauth, LurdiMarques, Ines AndradeSant'anna, António Carlos VargasVasconcelos, Edmilson Vitória deOliveira, Daniele Gomes de OliveiraCardoso, Angela Maria GonçalvesValente, AntónioAmbrosio, Eliana RibeiroRizzoli, MarcosCarvalho, José Marcos Cavalcanti deMello, Regina Lara SilveiraSantos, Rogério Pereira dosCamnev, LarissaGeirinhas, AliceZanatta, Claudia VicariBraga, MárciaSchreiner, Cláudia2021-10-142021-10-1420182182-85392182-8725http://hdl.handle.net/10451/49894O tropicalismo arranca em 1967, através do corpo: a música de Caetano Veloso e Gilberto Gil, os vestíveis de Hélio Oiticica, as propostas teatrais de José Celso Martinez Corrêa e os cenários de Hélio Eichbauer. Hoje as coisas são um pouco mais complexas. Em tempo de redes sociais, os aspirantes ao poder fazem uso da sua imediatez para suscitarem reações epidérmicas, superficiais, populistas e de grande instantaneidade. A boçalidade triunfa nas caixas de comentários, e com mais alguns perfis falsificados podem manipular-se plebiscitos, movimentos secessionistas, ou, e também censurar-se exposições de arte. Nesta variação do fascismo, a epiderme eletrificada das redes sociais estrutura-se como uma poderosa arena onde se aparenta uma falsa democracia. Talvez a arte continue a ser um reduto para reflexão, mas vemos que a censura se manifesta hoje de modo talvez mais eficaz, silenciando artistas e professores, através da pressão mediatizada, da emoção do momento. Para isto é necessária a atenção consciente da arte, dos artistas, e também dos arte-educadores: enfrenta-se uma massa cada vez mais informe, alienada e despojada de reflexão para além do imediato.porArteEstudos ArtísticosPeriódicosGama, nº12 (Jul./Dez. 2018)estudos artísticosother