Palmeirim, Madalena Manzoni2013-03-062013-03-062010Cine Qua Non, nº 3, 2010, p. 7-91647-4198http://hdl.handle.net/10451/7904Se a edição da Cine Qua Non se tem ca- racterizado por um espaço plural onde diferentes expressões artísticas se cruzam livremente, cada vez mais, esta diversidade de textos que viajam em diferentes direcções e sentidos, estabelece a natureza dinâmica que procuramos imprimir em cada publicação. Textos que implicam diferentes interrogações para logo acrescentarem novas respostas e novas discussões. Como escrever então um editorial para uma publicação com o carácter omnívoro da Cine Qua Non? Um editorial que reúna programas para todas as cores e texturas? Que centrifugue, com a preocupação de vincar, mas não enrugar? Que combine sem medo de tingir? Escrever tal editorial é deixar provar logo depois de enxugar, antes de bainhas feitas e desfeitas. Cabe-nos alinhavar sem pontear, entrelinhar sem tear. Cabe-nos escolher a corda onde os estender. Ao leitor cabe apanhar os textos prontos-a-vestir. Uns compridos, outros curtos, uns decotados, outros abotoados, uns listados, outros estampados. Uns justos, outros rendilhados. Mas sempre sem gravatas.otherComo escrever um editorial?: get reading! [Editorial]journal article