Vaitsman, Marcia2025-07-142025-07-142020-09In: Convocarte, nº10 (set. 2020): Arte e loucura, p. 198-2182183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/102142Considere Loucura como alguém/algo que “procura se desfazer” diante de uma normatividade. O que é “normal” na era da pós-verdade? Esta reflexão apresenta o corpo vigoroso como orientação, usando conceitos como Conatus, potência e autonomia; e como precedente, a obra no limiar entre psicoterapia e arte de Lygia Clark. Observa a racionalidade de corpos complacentes, o primeiro artificial, opositor à loucura, mas como agente reacionário que reforça a normatividade da cultura capitalista, visita como exemplo as obras da exposição AI: More than Human, sobre inteligência da máquina. O segundo corpo, o complacente biológico, sob o obscurantismo do anti-intelectualismo, fake news, ignorância programada por design, da ultradireita, como anúncio do declínio da mente humana no necrocapitalismo. Questiona-se então se há uma resistência na arte, que ativamente não sirva a aspectos interiorizados do capitalismo, radicalmente livre de oportunismo; arte de corpos resilientes, encarando os novos problemas de sobrevivência da humanidade. Como são esses corpos dissidentes, à deriva, nas extra- ordinárias rupturas do começo do século XXI?porDesorientaçãoDerivaLoucuraArteNecrocapitalismoCorpos à Deriva e a Desorientação como Potênciajournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00118.20252183–6981