Antunes, Alexandra de Carvalho2020-12-212020-12-212020-10Antunes, Alexandra de Carvalho, "A Companhia de Fabrico de Algodões de Xabregas, em Lisboa, e a melhoria das condições da vida operária na segunda metade do século XIX", in "HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO E CONFLITOS SOCIAIS EM PORTUGAL: Atas do IV Congresso História do Trabalho, do Movimento Operário e dos Conflitos Sociais em Portugal e III Conferência do Observatório para as Condições de Trabalho e Vida", Lisboa, Instituto de História Contemporânea, 2020, 329-346.978-989-8956-20-0http://hdl.handle.net/10451/45487A Companhia de Fabrico de Algodões de Xabregas foi fundada, em 1858, por industriais ingleses, seguindo o modelo das unidades congéneres de Manchester. Em 1862 a fábrica tinha três pisos, máquina de vapor de 30 cavalos, teares e engenhos de fiação com 4600 fusos de fiar e 1000 fusos de torcer. Procurando formar uturos operários, em 1862 foi criado um internato que admitia «menores vadios» como aprendizes. Em complemento existia «uma aula nocturna de instrução primária». Em 1881 a companhia possuía três prédios, sendo a habitação reservada aos mestres da fábrica. Em 1890 os operários eram mais de 500, muitos ocupavam a Vila Flamiano – os novos edifícios de habitação inaugurados em 1888. Este artigo visa apresentar e discutir, a partir deste caso de estudo, os mecanismos e o papel dos capitalistas/ industriais no desenvolvimento das condições de vida da comunidade operária têxtil da segunda metade do século XIX.porOperários têxteisIndustrializaçãoPaternalismo patronalCompanhia de Fabrico de Algodões de XabregasA Companhia de Fabrico de Algodões de Xabregas, em Lisboa, e a melhoria das condições da vida operária na segunda metade do século XIXbook part