Rocha, Francisco Rodrigues2025-05-092025-05-092024In: Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa: Lisbon Law Review, Vol. 65, n.º1-2, (2024), 0870-3116. - p. 399-4330870-3116http://hdl.handle.net/10400.5/100537Analisa-se, no presente texto, um conjunto de problemas suscitados no caso que subjazeu à prolação do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 14 de abril de 2011: o âmbito de aplicação da Convenção de Bruxelas de 1924 face ao Decreto-Lei n.º 352/86 e vice-versa; o regime a aplicar ao transporte em convés; o concurso de responsabilidade civil obrigacional e delitual; o prazo do exercício do direito a indemnização e a sua natureza; e a existência e extensão de poderes de representação dos transitários. O citado acórdão, assim como as pronúncias das instâncias precedentes, e as soluções nele gizadas proporcionam a ocasião para criticamente discorrer sobre estes temas.porConvenção de BruxelasTransporte marítimo de mercadoriasTransporte no convésContrato de trânsitoDireito marítimoAcórdãosEntre o âmbito de aplicação da Convenção de Bruxelas de 1924 e os poderes de representação dos transitários : comentário ao acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 14 de abril de 2011Between the scope of the Brussels Convention of 1924 and representation powers of freight forwarders : comments to the decision of the Supreme Court of Justice of 14 April 2011journal article