Macdonald, João2025-06-252025-06-252022-12In: Convocarte, nº13 (dez. 2022): Arte e paideia, p. 303-3152183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/101774O final da I Guerra Mundial permitiu o regresso a Paris de alguns artistas modernistas portugueses. José Pacheco voltou em 1919, para se juntar a Almada Negreiros, que estava na sua primeira estadia. Ambos envolveram-se em iniciativas empresariais de Francisco Homem Christo Filho, há muito estabelecido em França: a boîte Pa-Ta-Poom, em Biarritz, e uma livraria-galeria-salão-de-chá em Paris, a Chez Fast. Pacheco trabalhou como arquitecto de interiores nos dois espaços. A sua intervenção na Fast e as actividades deste empreendimento, que também funcionou como galeria de arte, expondo nomes como Canto da Maya e Mário Eloy, é o assunto deste breve estudo.porJosé PachecoAlmada NegreirosFrancisco de Homem Christo FilhoChez FastParisModernismoParis, 1919: Pacheco, Almada, Homem Christo e a Chez Fastjournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00106.20252183–6981