Fevereiro, António Francisco Arruda de Melo Cota2022-08-232022-08-232020-11978-989-658-683-6http://hdl.handle.net/10451/54168No ano de 1889 o conde da Foz, com o objectivo de albergar a sua coleção de arte, ordenou uma campanha de obras no Palácio Castelo Melhor, conferindo assim um ambiente cosmopolita e culto. No ano de 1901 leiloou o seu recheio e determinados lotes foram adquiridos pela Família Real Portuguesa. Esta consecução reflete o gosto vigente e também o valor intrínseco de alguns objetos. Com o propósito de traçar o seu atual paradeiro apoiamo-nos em documentação coeva e em reflexões sobre este património.In 1889, Count of Foz, ordered the refurbishment of Castelo Melhor Palace, to accommodate his art collection, thus conveying a cosmopolitan and educated ambience. In 1901, he auctioned its content and certain lots were acquired by the Portuguese Royal Family. This purchase reflects the taste than in vogue and also the intrinsic value of some of the objects. In order to trace its current whereabouts, we relied on historical documentation and considerations concerning this heritage.porPalácio Nacional da AjudaPalácio da AjudaRainha D. Maria Pia de PortugalFamília Real PortuguesaRei D. Carlos I de PortugalRainha D. Amélia de PortugalRenascençaLuís XIVLuis XVRenaissanceLouis XIVLouis XVParisFrançaFranceArrolamento dos PaçosBerlimBerlinPalais PlessHippolyte DestailleurPalácio FozMarquês da FozPorcelana chinesa de exportaçãoChinese PorcelainWaddesdon ManorPalais RothschildMosteiro dos JerónimosRenascimentoEclectismosLisboaColeções de ArteColecionismoPortugalBrasilColeções ReaisColeções OficiaisDo Palácio Foz para os Paços Reais, as aquisições da Família Real Portuguesa no leilão de 1901book parthttps://doi.org/10.30618/9789896586836