Justo, João Manuel Rosado de Miranda, 1958-Coelho, Maria Ana Rosa Silva2023-01-172023-01-1720212021-10-13http://hdl.handle.net/10451/55913Dissertação de mestrado, Psicologia (Área de Especialização em Psicologia Clínica e da Saúde - Psicologia Clínica Dinâmica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Psicologia, 2021Objetivo: O objetivo principal proposto prende-se com a necessidade de entender de que forma a qualidade dos cuidados maternos prestados aos bebés nascidos de prétermo influenciam a perceção materna do sono dos bebés. Amostra: Mães (N = 32) de bebés entre os 6 e os 12 meses de idade cronológica que tenham nascido de pré-termo. Instrumentos: Questionário Sociodemográfico e Clínico; Questionário da Perceção Materna acerca do Sono do Bebé Nascido de Pré-Termo (Coelho, 2020); Escala de Investimento Parental na Criança de Bradley e colegas (1997; versão portuguesa: Gameiro et al., 2008) e Questionário das Caraterísticas do Bebé de Bates e colegas (1979; versão portuguesa: Soares et al., 2010). Hipótese: Espera-se que a qualidade dos cuidados maternos prestados aos bebés nascidos de pré-termo dê um contributo significativo para a explicação da variância estatística da perceção materna do sono destes bebés. Resultados: A perceção materna sobre os cuidados prestados ao bebé não influencia significativamente a perceção do sono dos bebés nascidos de pré-termo. Verificou-se, no entanto, que a perceção materna sobre o temperamento do bebé parece ser uma variável que contribui para a explicação da perceção materna do sono dos bebés. Conclusão: A perceção materna sobre os cuidados maternos não mostra ser a variável com maior influência sobre a variância do sono dos bebés, mas sim a perceção materna do temperamento do bebé. Vários aspetos poderão estar associados a estes resultados, nomeadamente o facto de lidarmos com a perceção materna e não com comportamentos, a relação entre os cuidadores e as práticas parentais ou as próprias estratégias utilizadas, de forma individualizada, pela mãe, na rotina do sono e consequentes cuidados.Main goal: To study how the quality of maternal individual care for premature born infants can influence maternal perception about the infants’ sleep. Sample: Mothers (N = 32) of premature born infants having chronological ages between 6 and 12 months. Instruments: Sociodemographic and Clinical Questionnaire; The Maternal Perception regarding Preterm Infant’s Sleep Questionnaire (Coelho, 2020); Parental Investment in Children Scale (Bradley et al., 1997; Portuguese version of Gameiro et al., 2008) and Infant Characteristics Questionnaire (Bates et al., 1979; Portuguese version of Soares et al., 2010). Hypothesis: It is expected that the quality of the maternal care given to premature born infants can contribute to explain the statistical variance of maternal perception of the infants’ sleep. Results: Mothers’ perception about their own maternal individual care for their premature born infants’ sleep does not influence maternal perception of the infants’ sleep in a significant way. However, we could conclude that, in fact, the variable affecting and altering the results about maternal perception of the infants’ sleep is the maternal perception over the infants’ temperament. Conclusion: Maternal perception of maternal individual care for preterm infants is not the variable with the greatest influence on the variance of the infants' sleep, but the maternal perception about the infants’ temperament. Several associated factors can explain these results, namely the fact that we are working with maternal perceptions and not behaviors, the relation between caregivers and parental practices or the strategies used, individually, by the mother, in the sleep routine and consequent care.porPrematurosSonoBebésInteração mãe-filhoRegulaçãoDissertações de mestrado - 2021A influência da qualidade dos cuidados maternos na perceção materna acerca do sono dos bebés nascidos de pré-termomaster thesis