Espírito Santo, Arnaldo, 1942-2018-04-192018-04-192012Arnaldo do Espírito Santo, "A retórica do elogio": eHumanista 22 (2012) pp. 190-210.1540 5877http://hdl.handle.net/10451/32908O elogio, o louvor, o panegírico, quer como simples tópos, quer como subgénero do discurso epidíctico ou demonstrativo, foram objecto de minuciosa teorização nos tratados de retórica na Antiguidade Clássica e nos compêndios escolares que se lhes seguiram ao longo dos tempos. Na formação de oradores, de políticos, de pregadores, de escritores –ou simplesmente de todos aqueles que, por motivações cívicas ou razões profissionais, utilizam a palavra como forma de olhar a sociedade, nas suas virtudes e nos seus defeitos– a retórica do elogio, a que se associa a do vitupério por contraposição, desempenha um papel importantíssimo, não só como técnica que proporciona os meios e o modo de actuação mais eficazes, mas também como instrumento ao serviço da realização e da finalidade artísticas do discurso, válidas em si mesmas.porRetórica clássicaDiscurso epidícticoVieira, António, 1608-1697. SermõesA retórica do elogiojournal article