Colaço, M. C.Rego, Francisco CastroCartea, P.M.2020-01-212020-01-212018Cadernos de Pesquisa: Pensamento Educacional, Curitiba, Número Especial, p.105-126 2018http://hdl.handle.net/10400.5/19369Os técnicos florestais são um dos principais intervenientes no território rural. Os incêndios são a maior ameaça aos espaços florestais portugueses e são maioritariamente um problema social. Com o objetivo de perceber se as competências fornecidas nos diversos cursos universitários da área florestal respondem às diversas solicitações laborais destes profissionais e aos desafios do séc. XXI, realizou-se um levantamento das necessidades formativas dos técnicos, confrontando-as com as diferentes atividades profissionais e a sua formação universitária ao nível da licenciatura e mestrado. A metodologia utilizada incluiu a análise de conteúdos das licenciaturas e mestrados na área das ciências florestais e um questionário enviado por correio eletrónico aos 220 técnicos que trabalham nos Gabinetes Técnico Florestal em Portugal. A taxa de resposta foi de 71%. Desta análise verificou-se que existem diversas novas funções ligadas principalmente às componentes sociais como por exemplo na área da educação ambiental e sensibilização. Assim concluiu-se que as maiores discrepâncias entre o que é importante para o desempenho profissional e a preparação dos técnicos, encontram-se maioritariamente na dimensão humana da gestão dos recursos florestais, nomeadamente na integração da componente social da perceção do risco por parte da população na gestão. Esta componente social reflete-se nas competências ligadas à comunicação com diferentes públicos (competências gerais) e as que estão ligadas às competências sociais e relacionais como gestão de conflitos, dinâmica de grupos e a componente pedagógicaportécnicos florestaisprevenção de incêndios florestaiscursos universitários florestaisEducação ambiental e os incêndios florestais: a importância da formação superior dos técnicos florestaisjournal article10.35168/2175-2613utp.pens