Rosales, Marta Vilar2017-02-062017-02-062016Rosales, M. V. (2016). De que falam as coisas em trânsito? Registar a materialidade quotidiana em contextos migratórios. In S. V. de Almeida & R. A. Cachado (Eds.), Os Arquivos dos Antropólogos, pp. 101-108. Lisboa: Palavrão, Associação Cultural978-989-20-7262-3http://hdl.handle.net/10451/26401A antropologia conheceu profundas mudanças nas últimas décadas. Inicialmente influenciada pelo positivismo herdado das ciências da natureza, assistiu a partir da década de 80 a intensas discussões acerca do seu objecto de estudo, das condições que marcam a sua produção de saber e dos impactos e usos a que este saber é sujeito quando ultrapassa a esfera restrita do debate académico. Do questionamento das noções e configurações de campo, objectividade, alteridade e relações de poder, à crise da representação, questões metodológicas centrais ligadas à prática etnográfica ao papel do antropólogo e ao produto do seu trabalho, a disciplina tem vivido intensos debates, permeados por ondas de pessimismo e optimismo, as quais espelham com particular acuidade as mudanças sociais a que se vem assistindo no mundo.porAntropologiaArquivosCultura materialDe que falam as coisas em trânsito? Registar a materialidade quotidiana em contextos migratóriosbook part