Duarte, Eduardo2025-06-302025-06-302020-09In: Convocarte, nº11 (set. 2020): Arte e loucura, p. 220-2352183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/101879No ano de 1973, ocorreu um caso curioso: no norte e no sul do país, em Esposende e em Lagos, foram inauguradas duas esculturas de D. Sebastião, devido a efemérides diferentes dessas duas cidades, obras de Lagoa Henriques (1923-2009) e de João Cutileiro (1937), respetivamente. Se esta última peça tem sido vista como o marcando o fim de um longo ciclo que se iniciou com o “zarquismo”, a de Lagoa Henriques foi pouco estudada e permanece injustamente esquecida. Será precisamente sobre esses dois objetos escultóricos, as afinidades, as diferenças estéticas e plásticas que irá ser desenvolvido este artigo. Importante será ainda a abordagem à “loucura” que se pode vislumbrar nessas duas esculturas.porEsculturaD. SebastiãoJoão CutileiroLagoa HenriquesLagosEsposendeA “loucura” em duas esculturas de D. Sebastião: Estátuas de D. Sebastião de João Cutileiro, em Lagos, e de Lagoa Henriques, em Esposendejournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00139.20252183–6981