Freire, JorgeBettencourt, JoséSalgado, Augusto2022-09-022022-09-022020978-972-9451-89-8978-989-8970-25-1http://hdl.handle.net/10451/54284Desde tempos imemoriais que todos os navios que entram ou saem de Lisboa, capital de um vasto Império Marítimo desde o século XV, têm que passar por um dos dois canais estreitos na entrada do Tejo. Esses canais encontram-se limitados não apenas pelas margens, como também por duas línguas de areia, denominadas “Cachopos”. Pela sua geografia, esta área está bem protegida dos ventos do norte ou leste, mas completamente aberta a tempestades do sul. Principalmente durante essas tempestades, foram vários os navios que naufraga-ram na costa norte, ou contra ambos os cachopos. Desde a década de 1960 que vários naufrágios modernos e contemporâneos foram ali descobertos. Esta comunicação pretende apresentar os trabalhos que têm estado a decorrer na zona desde 2015, no âmbito da Carta Arqueológica Subaquática de Cascais.porArqueologia marítimaArqueologia subaquáticaAtlânticoTejoPerdidos à vista da Costa. Trabalhos arqueológicos subaquáticos na Barra do Tejoconference objecthttps://doi.org/10.21747/978-989-8970-25-1/arqa154