Calado, Margarida2025-06-252025-06-252022-12In: Convocarte, nº13 (dez. 2022): Arte e paideia, p. 288-3022183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/101773No contexto do período que se segue ao final da Guerra, aborda-se a realização em Portugal do XVI Congresso Internacional de História da Arte e a continuidade do espírito que presidiu à Exposição do Mundo Português. Fala-se da importância dos Painéis de S. Vicente na historiografia do séc. XX e do aproveitamento propagandístico que deles foi feito pelo Estado Novo. Sublinha-se a relevância da política de restauros de igrejas e castelos levada a cabo pela DGEMN. Salienta-se a atenção dada a publicações de história da arte com caráter de divulgação «para as crianças e para o povo». Conclui-se com o espetáculo proporcionado a esse mesmo povo pelas diferentes exposições históricas.porEstado NovoPropagandaRestauroExposições históricasPatrimónioA historiografia da arte no Estado Novojournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00105.20252183–6981