Larín, Letícia2025-07-182025-07-182019-09In: Convocarte, nº8 (set. 2019): Arte e Tempo, p. 292-3142183–6973http://hdl.handle.net/10400.5/102257Reflexão desenvolvida por uma artista visual em busca de discernir formas práticas — plásticas — de instaurar eixos favoráveis à causa urgente dos ameríndios guarani-kaiowá, que vivem numa atmosfera trágica no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Para tanto, comparam-se dois objetos litúrgicos em forma de cruz, a cruz processional cristã e o pau de chiru — manejado por rezadores indígenas. Destaca-se, com isso, a noção de pessoa “adornada” (“nua”), a qual é relacionada à circunstância de “abrir brechas no tempo presente”. Esta sintaxe é averiguada em práxis dadaístas e, também, em opera- ções realizadas nos anos 60, numa corrente chamada por Hal Foster de Neovanguardismo.porCruzGuaraniIndigenismoArte pós-colonialMonotipiaReady-madeMissão de impregnar “alma” numa enxada: entre a cruz processional cristã e o pau de chiru destaca-se a pessoa “adornada” (“nua”) que abre (“Dada”) uma brecha no presentejournal article2183–6981