Sepodes, Bruno Miguel NogueiraMendes, Ana Catarina Simões Martins2017-03-062017-03-0620142014http://hdl.handle.net/10451/26853Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2014A esquizofrenia é uma doença neuropsiquiátrica complexa, crónica e severa. O mecanismo de acção antidopaminérgico é o único mecanismo com acção terapêutica comprovada na psicose, e baseia-se na excessiva neurotransmissão dopaminérgica como via fisiopatológica fundamental na doença. No entanto, o sucesso relativo dos antipsicóticos no tratamento dos sintomas positivos é limitado pelo facto de um número substancial de doentes ser refractário à terapêutica, e pela sua falta de eficácia em diminuir os sintomas negativos e cognitivos, os quais frequentemente determinam o nível de disfunção dos doentes. Nos últimos 40 anos têm sido explorados mecanismos de acção alternativos, na procura de uma terapêutica que actue eficazmente nos vários domínios da doença. No entanto, os esforços de investigação para a descoberta de estratégias de tratamento inovadoras têm sido impedidos pela compreensão limitada dos mecanismos fisiopatológicos que estão na base destes sintomas. A natureza heterogénea da esquizofrenia prevê que dificilmente um único fármaco irá preencher as suas necessidades terapêuticas, sendo que a desconstrução da doença em endofenótipos distintos, pode permitir a identificação de terapêuticas eficazes para domínios específicos de sintomas. Pretendeu-se neste trabalho, após uma pesquisa na base de dados do Pubmed, cruzada com outra pesquisa no Medscape, focar as várias abordagens terapêuticas que têm surgido nos últimos anos e que constituem inovações na abordagem ao tratamento desta patologia.application/pdfporMestrado Integrado - 2014Receptores NMDAAgentes anti-inflamatóriosCinase pak 1EsquizofreniaSuplementos alimentaresTerapias inovadorasPerspectivas terapêuticas na abordagem da esquizofreniamaster thesis