Fernandes, Moisés Silva2024-02-022024-02-022023978-989-8498-82-3http://hdl.handle.net/10451/62429Com o atraso de mais de cinco semanas, o vespertino parisiense de centro-esquerda Le Monde publicava uma notícia, de quatro diminutos parágrafos, na página quatro, a dar conta que tinha falecido, no dia 13 de junho de 1973, em Pequim, Viriato da Cruz. A demora na divulgação da notícia deveu-se, em parte, ao silêncio hermético dos órgãos de propaganda da China Continental, pois o antigo dirigente nacionalista angolano fora classificado pelo regime maoísta como "contra-revolucionário" por causa de algumas opiniões que manifestou.porViriato da CruzChinaO percurso chinês de Viriato da Cruz, 1958-1973book part