Silva, Maria JoãoFonseca, Ana Carolina Paiva2017-03-072017-03-0720152016http://hdl.handle.net/10451/26986Trabalho Final de Mestrado Integrado, Ciências Farmacêuticas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2015O crescimento contínuo da diabetes mellitus na população mundial ao longo dos últimos anos, principalmente da diabetes tipo 2, levou ao aumento da prevalência das complicações associadas a esta patologia, nomeadamente a doença renal. Atualmente, a doença renal diabética é a variante de doença renal crónica mais prevalente a nível mundial e tornou-se a principal causa de insuficiência renal em estágio terminal. Estes e outros dados têm estimulado o desenvolvimento de vários estudos que visam não só compreender melhor a fisiopatologia da doença renal diabética, mas também identificar e validar marcadores de deteção precoce da doença que permitam a sua monitorização. Deste modo, seria possível detetar com antecedência os indivíduos com maior risco de desenvolver insuficiência renal crónica e aplicar estratégias e terapias capazes de evitar a progressão das lesões renais, de modo a melhorar a qualidade e a esperança de vida destes doentes. Tanto os marcadores mais clássicos e bem conhecidos, nomeadamente a albumina urinária e a taxa de filtração glomerular, como novas moléculas que parecem ter um papel promissor na previsão da instalação e da progressão da doença renal, entre as quais se encontram algumas glicoproteínas, fatores de crescimento e micro-RNAs, têm sido alvo de estudo. Apesar de todos estes avanços, muitos dos biomarcadores recentemente identificados e que poderão vir a ser utilizados no contexto da doença renal diabética encontram-se ainda por validar, não estando totalmente esclarecido o seu papel, sendo necessário continuar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido.application/pdfporAlbuminúriaBiomarcadores renaisDiabetes mellitusDoença renalMestrado Integrado - 2015Nefropatia diabéticaMonitorização bioquímica da doença renal em doentes diabéticosmaster thesis