Queiroz, JoãoSalteiro, IlidioTosetto, Guilherme MarcondesMartins, MartaLopes, AlmerindaRadulescu De Barrio De Mendoza, MihaelaCirillo, Aparecido JoséLópez López, MartaGrigolin Moraes, FernandaPérez Suárez, Ventura AlejandroGarcía Rotger, Carmen ElenaHidalgo Valencia, IsabelGarcía Lema, Natalia DesiréeLoeck Hérnandez, JuanCorbato, RománCorreia, CarlosCoimbra, Prudência AntãoNicolaiewsky, AlfredoManeschy, OrlandoCastro Silva, JoãoGonçalves, Luís Jorge RodriguesPrieto, Margarida P.2021-07-282021-07-2820161647-61581647-7316http://hdl.handle.net/10451/49182Criação, da emancipação ao resgate A criação pode traduzir-se como a transformação de pensamento em coisa. Quando os materiais ganham um sentido mercê de uma reorganização, uma intenção, esses materiais podem ser lidos.A arte tem uma prerrogativa sobre a utilidade: dispensa-a ontologicamente. Mas essa utilidade contraria-se na sua materialidade: qualquer peça de arte, aclamadamente inútil no seu valor facial, encontra-se ancorada na utilidade das máquinas e dos suportes que permitem a sua exibição. Na arte contemporânea costuma ser preciso ligar um aparelho. E a arte, parecendo cada vez mais livre e emancipada, exige cada vez mais cadeias de produção, divisão do trabalho, mercadorias, utilidades. Os 17 artigos reunidos neste número 14 da revista Estúdio abrangem as relações e as distâncias, os materiais e as pessoas, os vínculos temporários que suportam novos pensamentos. Fica patente, neste itinerário pleno de ligações entre pessoas, culturas, passados e presentes, a arte: uma ligação intermitente com os objetos, os materiais, que ora se tornam vestígios, ora cifrados, ora mediatizadores de uma ligação mais profunda que radica na condição humana.porEstudos ArtísticosArtePeriódicos:Estúdio, vol.7, nº14 (Abr./Jun. 2016)Artistas sobre outras obrasother