caseirao, armando2025-03-172025-03-172021In: A via das máscaras: as artes em Congresso no CSO'2021, p. 229-234978-989-99822-7-7http://hdl.handle.net/10400.5/99395O presente artigo pretende apresentar e analisar parte da obra plástica de Carlos Barroco, (Lisboa 1946-Lisboa 2015) artista português com diversificada área de trabalho, tendo também sido o responsável artístico pela Galeria Novo Século em Lisboa, galeria que iniciou trabalhos em 1984, juntamente com Nádia Baggioli O seu legado vai desde as artes plásticas, ao colecionismo tendo ao longo da vida recolhido e catalogado brinquedos tradicionais portugueses; De mencionar também outra área de interesse, o áudio visual, pois realizou em 2000 um documentário, “Com quase nada”, nas ilhas de Cabo Verde, documentário que apresentava os brinquedos populares cabo-verdianos. A análise aqui apresentada incidirá em dois aspectos diferenciados da sua obra plástica: Por um lado as obras de assemblagem, junção de objectos e de pequenos resíduos apanhados nas caminhadas junto ao mar e, por outro segmento o das obras do seu gosto popular onde explorava o verdadeiro pop-nacional : as sardinhas, o futebol o fado o chouriço, e todo o universo, de um simples e comum português que gosta de viver.porBarroco, Carlos, 1946-2015Galeria Novo Século (Lisboa, Portugal)Arte popAssemblageArte contemporânea - Portugal - séc.20Crítica e interpretaçãoCarlos Barroco: O Pop-palop e o fascínio do comumCarlos Barroco: The Pop-palop and the common fascinationbook part