Macedo, Daniela Remião de2025-05-212025-05-212023-09In: Convocarte, nº14 (set. 2023): Arte e mobilidade, p. 191-2032183-6981http://hdl.handle.net/10400.5/100893A proposta deste artigo é refletir sobre o movimento contínuo do artista/investigador/ cartógrafo, a partir de experiência pessoal. Durante o isolamento social, o jardim da casa da família no Brasil se torna laboratório fotográfico alternativo para criação artística. Na deslocação para estudo e investigação de doutoramento em Lisboa, na busca de novas experiências e conhecimentos, o local de criação se expande para os jardins públicos da cidade. Da mesma forma, as antigas fotografias de família, antes restritas à privacidade das caixas de fotografia e ao ambiente familiar, utilizadas como materialidade para a arte, passam a circular em museus e galerias como obras de arte. Entre espaços e tempos, nesse percurso sempre inacabado, uma cartografia sentimental se forma pelos novos caminhos onde a arte acontece. Reflexões surgem a partir de contribuições de autores que dialogam com o fenômeno do habitar, fotografia de família como materialidade para arte e cartografia sentimental.porFotografia de famíliaHabitarJardimFotografia alternativaDeslocamentos entre espaços e tempos: uma cartografia sentimental através da fotografiajournal articlehttps://doi.org/10.57843/ulisboa.fba.cieba.00026.2025