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Orientador(es)
Resumo(s)
O turismo é geralmente encarado pelos
decisores políticos, gestores e outros
intervenientes, directa ou indirectamente
ligados ao património cultural, como um
potenciador de recursos económicos que
permite gerar fluxos financeiros que tornem
sustentável a manutenção desse património
cultural, mas também faça mover toda
uma economia que se desenvolve em redor
da turistificação do património cultural,
como a hotelaria, a restauração, a venda de
recordações, a organização de actividades
lúdicas e eventos culturais, etc. Mas, se umas
vezes o turismo aparenta ser um recurso com
óbvios proveitos para todos, outras vezes
acaba por se tornar insustentável e levar à
falência desse modelo económico. A fórmula
seguida em Óbidos poderá, aparentemente, vir
a ser um dos casos que se inserem neste último
desfecho.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
SANTOS, Joaquim Rodrigues dos. “Pleito Contra um Turismo (Tendencialmente) Insustentável: A Disneyficação de Óbidos”. In: Anuário do Património. Lisboa: GECoRPA | Grémio do Património - Canto Redondo, 2018, nr.3, pp.276-281
Editora
GECoRPA | Grémio do Património - Canto Redondo
