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Orientador(es)
Resumo(s)
Quanto confiam os jovens portugueses na democracia e nas suas instituições?
Conseguem diferenciar entre as instituições políticas e as sociais? Como se situam
em relação ao conjunto dos jovens ibero-americanos? Parecem-se mais
com o outro país europeu (Espanha) ou com o outro país lusófono (Brasil) da
amostra? Quanto incidem os fatores etários, educativos, profissionais e geográficos?
O capítulo aborda estas questões em quatro secções. Na primeira apresentamos
considerações gerais sobre o tipo e o estado das democracias que integram
a amostra. Na segunda exploramos as perceções dos jovens portugueses
em relação aos políticos, ao governo, à justiça, à polícia, aos media, às universidades
e às organizações religiosas do seu país. Por nos concentrarmos em Portugal,
e para efeitos de simplicidade na comparação, agregámos vários dos
21 países da amostra em regiões, o que deu como resultado os seguintes cinco
grupos: Portugal, Espanha, Brasil, América do Sul (excluindo o Brasil) e Américas
Central e do Norte (incluindo o México). Na terceira secção analisamos a
situação portuguesa por comparação com o resto dos jovens ibero-americanos.
Na quarta, finalmente, indagamos sobre a incidência na confiança dos jovens
de fatores como a idade, o sexo, a educação, a situação laboral e a zona de residência.
Descrição
Palavras-chave
Jovens Democracia
Contexto Educativo
Citação
Camerlo, M., Malamud, A. (2016). Os jovens frente à democracia e às suas instituições. In Pais, J. M., Pereira, C. R. (Coord.), Os jovens portugueses no contexto da Ibero-America, pp. 109-118. Lisboa: ICS. Imprensa de Ciências Sociais
