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Para uma estética da criação: deduções bonaventurianas da teoria do verbo em Anselmo

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Na distinção 27 do Comentário às Sentenças de Pedro Lombardo, na questão onde o sentido próprio do conceito de “Verbo” se discute e se aclara, é a autoridade do pensamento anselmiano, conforme a sua exposição nas páginas do Monologion, que Boaventura convoca para a conclusão do problema e a resolução das dissensões. Tomando, por isso, aquele texto como ponto de partida da nossa incursão sobre a filosofia do monge de Le Bec, procurar-se-á reflectir sobre o carácter mediador do Verbo no acto da criação e sobre o modo como este constitui a chave de interpretação da questão filosófica do uno e do múltiplo. É esta relação entre o uno e o múltiplo, na qual se encerra o mistério da criação, que encontrará, por seu turno, junto da filosofia do Doutor Seráfico, fortes ressonâncias estéticas, firmadas sobre uma concepção de beleza, de matriz agostiniana, que a define como “aequalitas numerosa”, que o mesmo seria dizer, como unidade da multiplicidade.

Descrição

Palavras-chave

Filosofia Anselmo, Santo, 1033?-1109 Boaventura, Santo, 1221-1274

Contexto Educativo

Citação

Afonso, Filipa, "Para uma estética da criação: deduções bonaventurianas da teoria do verbo em Anselmo", Philosophica 34 (Novembro 2009): 145-156.

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Edições Colibri / Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa