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Orientador(es)
Resumo(s)
A Região de Lisboa conheceu uma forte pressão urbana, especialmente a partir dos anos 60, traduzida, entre outros aspectos, pelo grande aumento da área construída e, dentro desta, das áreas urbanas de génese ilegal (AUGI). O desordenamento do território daí resultante reflectiu-se, não só no gravamento da perigosidade potencial das cheias, motivada pelo aumento do escoamento superficial e da carga sólida transportada (destruição do coberto vegetal, aumento de erosão das vertentes, impermeabilização dos solos), mas também no incremento da vulnerabilidade decorrente da ocupação indevida dos leitos de cheia e, por vezes, dos leitos menores dos cursos de água. Nos últimos anos, as autarquias têm desenvolvido um esforço na reabilitação das AUGI e na implementação de medidas mitigadoras das cheias e da carga sólida por elas transportada, nomeadamente através da melhoria dos arruamentos, da recolha de lixo e dos sistemas de esgotos. Têm também sido efectuadas intervenções nos troços críticos das ribeiras, através do alargamento e/ou aprofundamento dos leitos, da construção de diques de protecção e até do desvio dos cursos de água de locais densamente povoados [...] O presente estudo centra-se sobre uma dessas bacias e tem como duplo objectivo definir os factores de risco de cheia e avaliar a percepção da população face ao risco a que está sujeita.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Borges, B., Duarte, A., Paixão, R., Pedro, P., & Ramos, C. (2007). Cheias rápidas em áreas urbanas e sua percepção: o caso da R.ª de Odivelas. Centro de estudos Geográficos. Apontamentos de Geografia, Série Investigação, 21
Editora
Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa
