| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 254.49 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Quando viajei até Quissamã (Brasil), para conhecer um fado vindo do tempo dos escravos, fiquei intrigado com o que descobri. Por um lado, entre os fadistas circula a crença de que o fado é de Deus, vá-se lá saber porquê. Por outro lado, o fado de Deus é dançado e sapateado, em jeito afandangado, quando é sabido que o fandango batido foi das danças mais perseguidas no Brasil colonial pela sua má reputação. Na tentativa de decifração destes enigmas exploro trânsitos do fado e do fandango num enredo de disseminações, transformações, variantes e recomposições. O que descobri foi que os nós desse enredo se atam e desatam nos cronotopos desses trânsitos.
Descrição
Palavras-chave
crenças cronotopos fado fado de Quissamã fandango trânsitos culturais
Contexto Educativo
Citação
Pais, J. M. (2018). Fados do fado: enredos, cronotopos e trânsitos culturais, Etnográfica 22 (1), 219-235
