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Orientador(es)
Resumo(s)
A ocorrência de movimentos de vertente desencadeados por eventos de precipitação intensa de
curta duração ou de precipitação persistente e prolongada têm-se traduzido em consideráveis prejuízos
materiais na região a norte de Lisboa, relacionados com a afetação/destruição total ou parcial de
infraestruturas, em particular de vias de comunicação e edifícios. Este facto adquire particular relevância nas
áreas periurbanas, como é o caso da Bacia do Rio Grande da Pipa, face ao potencial de crescimento que
resulta da sua proximidade à cidade de Lisboa. De forma exploratória, este estudo permitiu avaliar o padrão
de danos em edifícios e estradas, tendo por base: a resistência do elemento exposto, a intensidade do
movimento de vertente e a relação espacial entre o elemento afetado e os diferentes sectores do movimento
de vertente. No caso dos edifícios a escassez de dados não permitiu tirar ilações significativas. No caso das
estradas, podem ser inferidos três padrões de deformação, distintos pela forma como se relacionam com o
sector do movimento que origina os danos. Quando o movimento está localizado acima da via o grau de
perda registado foi negligenciável. Nos casos em que as estradas se localizam no corpo o grau de perda foi
ligeiro a significativo. Nos casos em que as estradas foram afetadas pela cicatriz ou flanco do movimento o
grau de perda foi muito diversificado e dependente do desnível vertical aí existente.
Descrição
Palavras-chave
Movimentos de vertente Vulnerabilidade Padrões de deformação Edifícios Estradas Bacia do Rio Grande da Pipa
Contexto Educativo
Citação
Oliveira, S. C., Zêzere, J. L., Garcia, R. A. C., & Pereira, S. (2016). Padrão de deformação de movimentos de vertente em áreas periurbanas associados a eventos de instabilidade. (pp. 363-370). Atas ICUR2016, International Conference on Urban Risks. ISBN: 978-989-95094-1-2.
