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Publicação

Avaliação da resistência à exposição atmosférica de madeiras termo-modificadas

dc.contributor.authorGodinho, Delfina
dc.contributor.authorAraújo, Solange
dc.contributor.authorPaiva, T.
dc.contributor.authorFerreira, C.
dc.contributor.authorQuilhó, Teresa
dc.contributor.authorGominho, Jorge
dc.date.accessioned2023-06-22T12:51:36Z
dc.date.available2023-06-22T12:51:36Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractEm sentido lato pode-se afirmar que a madeira sofre biocorrosão, o que constitui um fator limitante para a sua aplicação no exterior, caso não haja uma proteção adequada. A termo-modificação é um dos métodos utilizados para aumentar a durabilidade da madeira. Uma das vantagens deste processo é que não requer qualquer tipo de adição de químicos. A temperatura utilizada no processo induz a alterações químicas dos constituintes da matriz celular que promovem o aumento da durabilidade aos agentes bióticos e abióticos, mas também provoca alterações nas propriedades mecânicas, nomeadamente a diminuição do módulo de elasticidade (MOE) e de rotura (MOR). O presente trabalho teve como objetivo a avaliação da durabilidade da madeira termo-modificada de 3 espécies: o pinheiro-bravo (Pinus pinaster), a principal espécie utilizada pela indústria portuguesa de madeira sólida, a acácia (Acacia melanoxylon) e o freixo (Fraxinus excelsior). Amostras destas madeiras termo-modificadas foram depois, expostas durante 2 anos em duas estações de ensaio representativas de dois ambientes diferentes, no Lumiar (ambiente urbano) e em Sines (ambiente marítimo/industrial). A avaliação da resistência da madeira à exposição atmosférica, incluiu a recolha de amostras ao longo de 24 meses de exposição e a análise das superfícies das amostras por espetroscopia de infravermelho com transformada de Fourier (FTIR) com acessório de refletância total atenuada (ATR) e por microscopia eletrónica de varrimento (SEM) com um espectrómetro de raios X de energia dispersiva (EDS) associado. Os resultados preliminares indicam um comportamento semelhante para todas as madeiras expostas em ambas as estações. Verificou-se, contudo, que embora se tivesse observado o aparecimento de fendas e de inúmeras partículas na superfície de todas as madeiras, houve uma maior incidência nas expostas em Sines (zona com maiores variações de humidade e temperatura), nomeadamente nas amostras de 9 meses, onde se observaram na superfície cristais de NaCl, devido à proximidade desta estação da orla marítima. Os espetros de FTIR-ATR indicam ter ocorrido diminuição do teor em hemiceluloses e de lenhina na superfície das amostras principalmente nas amostras recolhidas após os 24 meses de exposição, tanto em Sines como no Lumiar.pt_PT
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dc.identifier.citationGodinho, Delfina... [et.al.] - Avaliação da resistência à exposição atmosférica de madeiras termo-modificadas. In: Livro de Resumos : 8as Jornadas de Corrosão e Proteção de Materiais, Fórum Tecnológico, Lisboa, 24 novembro, 2022, p. 80-82pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.5/27936
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dc.publisherLNEG - Laboratório Nacional de Energia e Geologiapt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectmadeira termo-modificadapt_PT
dc.subjectexposição atmosféricapt_PT
dc.subjectdegradação superficialpt_PT
dc.subjectdurabilidadept_PT
dc.titleAvaliação da resistência à exposição atmosférica de madeiras termo-modificadaspt_PT
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dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceLisboapt_PT
oaire.citation.title8as Jornadas de Corrosão e Proteção de Materiais, Fórum Tecnológico, Lisboa, 24 novembro, 2022pt_PT
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