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Conservação e destruição de pinturas dos conventos extintos em Portugal durante o século XIX

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Em 1834 foi criado, em Lisboa, o Depósito das Livrarias dos Extintos Conventos com a missão de recolher e distribuir o espólio bibliográfico e artístico removido dos conventos extintos nessa ocasião. Não obstante a intenção de preservação, durante o transporte e o armazenamento muitas pinturas foram danificadas, algumas das quais de forma severa. Em condições difíceis foram tomadas importantes medidas de conservação por José Feliciano de Castilho, mas depois também foram destinadas à destruição obras consideradas sem valor. Logo nos primeiros tempos o Depósito promoveu o restauro de algumas pinturas, dando início a uma actividade em que depois se envolveu também a Academia de Belas-Artes.

Descrição

Palavras-chave

Pinturas Destruição Conservação Restauro Gestão do património Conventos extintos

Contexto Educativo

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Editora

CITAR - Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa

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