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As arribadas como estratégia de fuga: Algarve, Açores, Antilhas

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O Algarve, desde a primeira viagem de regresso da frota colombina, apresentava-se como espaço estratégico para arribadas forçadas ou falsas dos navios procedentes das Índias Ocidentais. Durante o século XV, o litoral meridional de Portugal – com destaque para Lagos e Tavira-, fronteiro ao norte de África, protagonizou a expansão marítima, na fase do descobrimento, e assumiu um papel central na mobilização da ofensiva e do abastecimento das praças marroquinas. No século seguinte, Lisboa assume-se como capital do império, centralizando a empresa expansionista e monopolista, em prejuízo do Algarve. Contudo, o enfraquecimento da sua posição de retaguarda na defesa de África libertou as gentes e os recursos para um novo desafio. O descobrimento da América e a formação do império hispano-americano, protagonizado por Sevilha, configuraram o Algarve como espaço complementar incontornável da navegação atlântica. O Algarve ocidental, com Lagos e Portimão à cabeça, foi palco de combates, de naufrágios fingidos, de arribadas forçosas, de contrabando desmesurado. Também os Açores, perdidos no Mar Oceano, beneficiam da latitude certa para servirem de apoio aos navios procedentes das Antilhas, funcionando em complementaridade com o Algarve e Lisboa.

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Palavras-chave

Contrabando Algarve Sevilha Lisboa Açores Índias Ocidentais O triângulo da rebeldia Descaminhos Arribadas maliciosas

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