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Orientador(es)
Resumo(s)
Falar sobre religião nos dias de hoje não é uma tarefa fácil. Além da subjectividade e
abrangência do tema, existe um certo nível de sensibilidade a ser alcançado. A melhor
estratégia seguida, por norma, seria contextualizar histórica e culturalmente o tema
escolhido e o analisar de forma objectiva – o que, até este ponto, não parece diferente de
outros estudos. No entanto, em se tratando de religião, devemos utilizar sempre uma
certa sensibilidade interior para entender o impacto que a mesma possui na mentalidade
social a que se insere. Em outras palavras, devemos fazer um estudo objectivo do tema
sem deixar de lado o teor subjetivo inerente a ele. É justamente em atingir esse perfeito
equilíbrio entre a objectividade própria de um estudo científico e a subjectividade
inerente ao estudo da religião que reside a maior dificuldade. Para chegar a este
equilíbrio é imprescindível que façamos um apanhado de estudos não só históricos e
culturais, mas que também focalizem o pensamento estrutural, ou seja, aquele em que se
baseia o comportamento socio-cultural e religioso de uma determinada sociedade em
um determinado momento de sua história.
Descrição
Palavras-chave
Morte - Portugal - Idade Média - Aspectos religiosos Morte - Portugal - Idade Média - Aspectos sociais Morte - Portugal - Idade Média - Fontes Portugal - História - séc.15 - Fontes Teses de mestrado - 2016
