| dc.contributor.author | Cadete, Teresa Rodrigues | |
| dc.contributor.author | Schiller, Friedrich | |
| dc.date.accessioned | 2023-10-20T10:39:57Z | |
| dc.date.available | 2023-10-20T10:39:57Z | |
| dc.date.issued | 2021-09 | |
| dc.description | Tradução, introdução, comentário e glossário de Teresa Rodrigues Cadete | pt_PT |
| dc.description.abstract | Sendo o sublime tendencialmente irrepresentável, poder-se-ia dizer que ele é também por assim dizer incivilizacionável. Daí que mais tarde Hegel o situe, nas suas lições sobre estética, no domínio de uma alegada “arte simbólica”, ou seja primitiva, anterior à arte clássica e romântica. O academismo de tal classificação do que em princípio é inclassificável parece retirar ao sublime o seu carácter intempestivo e radical, discernido por Schiller com uma argúcia que antecipa em vários aspectos posições evidenciadas por Schopenhauer, Wagner e Nietzsche, no sentido de des-moralizar (ou tornar moralmente neutro) essa categoria estética, como aliás já fizera com o belo nas CEE (21ª Carta, § 4). Embora o autor privilegie o sublime, até pela sua proximidade com o trágico, ele nunca perde de vista o mosaico global do seu sistema estético. Como já foi dito acima, em situações de insuportável tensão, a acção moderadora do belo suavizaria o abismo entre a vertigem da sublimidade e o imperativo da necessidade, contornando por momentos a contingência. É nesse equilíbrio – sempre precário, recorde-se – que a liberdade demoníaca poderia ser doseada, harmonizada no seu potencial energético, a exemplo do reino vegetal: “Buscas o mais alto, o mais grandioso? A planta pode ensinar- -te: / O que ela é involuntariamente, sê-o tu intencionalmente.”. Goethe não escreveria porventura de modo diferente. | pt_PT |
| dc.description.sponsorship | FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. | pt_PT |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Cadete, Teresa Rodrigues. 2023. Ensaios Estéticos de Friedrich Schiller. V. N. Famalicão: Edições Húmus. | pt_PT |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.51427/10451/59906 | |
| dc.identifier.isbn | 978-989-755-663-0 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10451/59906 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
| dc.publisher | Edições Húmus; Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa | pt_PT |
| dc.relation | UIDB/00509/2020 | pt_PT |
| dc.subject | Schiller | pt_PT |
| dc.subject | Estética | pt_PT |
| dc.title | Ensaios Estéticos de Friedrich Schiller | pt_PT |
| dc.type | book | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Famalicão | pt_PT |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | book | pt_PT |
