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Orientador(es)
Resumo(s)
O Aedes aegypti (L.) é o principal vetor da febre-amarela, dengue, e de inúmeros
outros arbovírus. Acreditando-se ser originalmente da África Ocidental, este
mosquito tem‑se dispersado devido à ação humana desde o século XV. Desde então,
invadiu a maioria das regiões tropicais, subtropicais e temperadas suaves do planeta
[1]. A escassez de água e os extremos térmicos são restrições conhecidas ao
seu estabelecimento, originando preocupações face ao facto das futuras alterações
climáticas poderem alterar a sua distribuição e das doenças associadas [2,3].
Devido à importância médica do Ae aegypti, alguns estudos anteriores tentaram
prever a sua distribuição observada ou potencial em virtude de condições futuras
[4, 5]. Estas previsões, visam principalmente informar os decisores sobre novas
áreas sob risco de doença arboviral, permitindo assim uma adotar oportunamente
medidas preventivas. Duas abordagens podem ser adotadas: (1) modelos baseados
na fisiologia e (2) modelos correlativos [6, 7].
Como as duas abordagens têm limitações, há um crescente reconhecimento de que
uma melhor consistência preditiva é alcançada analisando ambos os modelos [6, 7].
Descrição
Palavras-chave
Aedes aegypti Dengue Mudanças climáticas Vetores urbanos Distribuição global
Contexto Educativo
Citação
Gomes, E., Sousa, C., Capinha, C., & Rocha, J. (2014). Reemergência de Malária em Portugal Continental: análise espacial e modelação em SIG. In. P. Santana, & P. Nossa. (coord). A Geografia da Saúde no cruzamento de saberes, GEOSAÚDE’2014 - I Congresso de Geografia da Saúde dos Países de Língua Portuguesa, Coimbra, 21-24 abril (pp. 808-811). Grupo de Investigação em Geografia da Saúde / CEGOT – Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território. ISBN 978-989-98945-1-8.
Editora
CEGOT – Centro de Estudos em Geografia e Ordenamento do Território
