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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O estudo da competitividade internacional não é uma preocupação recente da Teoria Económica, embora tenha adquirido nos últimos anos actualidade e importância crescentes. A sua análise faz apelo a vários ramos da Teoria Económica (v.g.: Economia lnternacional, da lnovação, dos Recursos Humanos, Industrial, de Empresa, etc.) às Teorias das Organizações e da Decisão e com ligações à Política Económica nos seus
vários domínios.
A actualidade do seu estudo decorre em grande parte da crescente internacionalização das economias nacionais que, não sendo um fenómeno recente, adquiriu, nas últimas décadas, uma crescente e progressiva importância e determinação na vida das empresas e das economias em geral.
É neste quadro geral de progressiva internacionalização da vida económica e financeira tendente a favorecer a concorrência, que é posta mais em evidencia a capacidade competitiva das economias nacionais e das empresas. Esta capacidade competitiva, se pressupõe o funcionamento de formas de mercado concorrenciais, é influenciada através de vários vectores que desenvolveremos mais adiante.
No caso especifico da economia portuguesa, a sua progressiva internacionalização, de forma mais acentuada nas três ultimas décadas, veio por as empresas portuguesas, fracamente internacionalizadas de uma forma geral, perante desafios nos mercados interno e externo, aos quais os seus responsáveis devem responder com determinação, inteligência e, sobretudo, com grande capacidade de arriscar pela positiva, isto é, pela
inovação e pela modernização de forma a tornar as suas unidades cada vez mais competitivas.
Descrição
Palavras-chave
Economia internacional Competitividade Indicadores económicos Dados estatísticos Portugal
Contexto Educativo
Citação
Romão, António .1991.” A competitividade internacional”. Instituto Superior de Economia. CEDIN. Documento de Trabalho nº 1/91.
