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Resumo(s)
No panorama onomástico do Ocidente peninsular destaca-se habitualmente o contraste entre os territórios meridionais e setentrionais. Constata-se facilmente esta situação, que talvez necessite de ser matizada, e atribui-se às diferenças no processo de romanização do território. A epigrafia põe em evidência essa discrepância entre o que acontece nesse domínio, em especial a persistência que a antroponímia evidencia em determinadas regiões. Importa, nesta perspectiva, reunir os elementos que permitem sustentar a ideia de uma perduração considerável das tradições onomásticas e compreender o seu alcance cronológico.
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Contexto Educativo
Citação
Guerra, A. (2016). Notas sobre as perdurações onomásticas pré-romanas no Ocidente peninsular. In J. d. Encarnação, M. C. Lopes, & P. C. Carvalho (Eds.), A Lusitânia entre Romanos e Bárbaros (pp. 47-69). Coimbra: Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra.
Editora
Instituto de Arqueologia da Universidade de Coimbra
