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Por que juntar o estudo de violência pública, polícias e governantes? A complexidade dos motins de Maputo

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Os estudos de violência pública costumam fragmentar-se de forma especializada entre, por um lado, pesquisas acerca dos perpetradores da violência não-estatal e, por outro, a análise das forças policiais e políticas governativas. Este fenómeno, embora paradoxal face aos princípios holistas predominantes nas ciências sociais (e particularmente na antropologia), é contudo bastante compreensível à luz da predominante tendência científica para a especialização temática, da pragmática dificuldade em acompanhar de forma transversal bibliográficas cada vez mais numerosas e sectoriais, ou até da criação e exploração de nichos de mercado para a prâtica de ciência aplicada. Não obstante, os motins ocorridos em Maputo nos anos de 2008 e 2010 - que tive oportunidade de estudar, a partir da observação direta e de muitas e diversificadas entrevistas informais - apresentam uma complexidade de fatores e de interações entre eles que condena qualquer abordagem parcelar ao estatuto de uma pobre aproximação à sua compreensão.

Descrição

Palavras-chave

Violência Pública Public Violence Motins Riots Maputo (Moçambique)

Contexto Educativo

Citação

Granjo, P. (2014). Por que juntar o estudo de violência pública, polícias e governantes? A complexidade dos motins de Maputo. César Barreira, Jânia Perla de Aquino, Leonardo Damasceno de Sá (Eds.), Violência, Ilegalismos e Lugares Morais. (pp. 377-394). Campinas, SP: Pontes.

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