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Interpretação de conferência e estética do performativo: interseccções

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Resumo(s)

Estará a actividade de Interpretação de Conferência dotada de um carácter performativo? Esta foi a pergunta de partida da presente dissertação, resultante da experiência de formação e do confronto com uma escassez de meios conceptuais para elencar os elementos determinantes de um desempenho eficaz. Em contrapartida, os formandos experienciam uma abordagem do género tentativa-­‐erro, ao longo da qual lhes são claramente assinalados os desempenhos mais bem sucedidos, que servirão depois como modelo prático para os desempenhos futuros. Perante aquilo que na altura foi percebido como uma insuficiência, interrogámo-­‐nos sobre o potencial da estética do performativo e dos seus conceitos para ampliar a paleta conceptual ao nosso dispor para uma tal reflexão. Analisaremos três conceitos-­‐chave da estética do performativo: liminaridade, autopoiesis e poder transformativo. Começaremos por um enquadramento teórico quer dos Estudos de Interpretação quer da estética do performativo. Os capítulos subsequentes irão analisar cada um dos três conceitos-­‐chave e procurar retirar conclusões acerca das intersecções entre as duas actividades. Deste modo, procuraremos reunir elementos para responder à pergunta de partida e contribuir para a reflexão acerca da Interpretação de Conferência.
Is there a ground to say from Conference Interpreting that it has a performative nature? This question arose amidst the training context (as a student), due to a perceived scarcity of conceptual means to pass on to trainees the decisive elements that allow us to say what makes a given performance an effective one. Instead, the trainees experience a trial-­‐error approach, during which they are told when a performance is clearly satisfying, and that it is to be used as a role model for future ones. This initially perceived insufficiency led us to ask about the potencial of the aesthetics of the performative and its concepts in order to expand the conceptual framework that we can use to reflect on conference interpreting. We will be analysing three fundamental concepts against the backdrop of the aesthetics of the performative: liminality, autopoiesis and transformative power. We will begin with a theoretical framework, followed by an attempt to bring to light both the fundamental meaning of ‘interpreting’ and the fundamental concepts of the aesthetics of the performative. The subsequent chapters will address the three concepts (liminality, autopoiesis and transformative power), putting them in context, first, and infering potential intersections with the particularities of conference interpreting afterwards. By bringing these concepts on board we hope to contribute to an answer to that original question and to broaden the range of conceptual instruments at our disposal to a critical reflection on Conference Interpreting.

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Palavras-chave

Tradução Congressos e conferências Teses de mestrado - 2016

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