Publicação
Avaliação da eficácia da aplicação de bioestimulantes para a quebra de dormência em Actinidia deliciosa
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Cristina Maria Moniz Simões | |
| dc.contributor.author | Dias, André Macedo | |
| dc.date.accessioned | 2019-05-20T15:15:36Z | |
| dc.date.available | 2019-05-20T15:15:36Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.description | Mestrado em Engenharia Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura - Instituto Superior de Agronomia | pt_PT |
| dc.description.abstract | A incerteza climática interanual surge como um desafio na cultura da actinídea, que necessita de condições particulares para a produção de qualidade e com remuneração financeira satisfatória. A temperatura influencia diretamente a satisfação das necessidades em frio, que ocorre no período de dormência das fruteiras caducifólias, sendo esta primordial para o bom desempenho do próximo ciclo vegetativo. Neste ensaio pretendeu-se avaliar o comportamento da planta à aplicação de bioestimulantes indutores de quebra de dormência. Foram estipuladas 4 modalidades onde na M1 foi utlizado Brecaut Plus e Brecaut LG, na M2 Waiken, na M3 Siberio e Siberion e M4 não se efetuou nenhum tratamento. Em 2017/2018 as 4 modalidades foram ensaiadas em dois pomares, a Quinta de Picas e a quinta de Matos com 1251 e 947 horas de frio, respetivamente. Com o intuito de verificar qual a influência dos produtos, no comportamento das plantas, foram avaliados os estados fenológicos e número de gomos abrolhados, botões florais e frutos. Não se obtiveram diferenças estatisticamente significativas (P≥0,05) para todos os parâmetros analisados entre as modalidades dentro de cada local. Entre os dois locais a diferença mais relevante foi o número de flores formadas, que em Matos foi superior, provavelmente pela ocorrência de temperatura mais amenas entre março e abril face a Picas. Waiken (M2) foi a modalidade onde se obteve maior número de flores e maior produção estimada nos dois pomares, sendo em Picas 33 kg por planta e em Matos 41 kg por planta. Mediante os resultados obtidos, e comparando com outros estudos realizados, os indutores de quebra de dormência M1 e M3, num ano com elevada satisfação de horas de frio, produzem resultados pouco expressivos, pelo que a sua utilização não se justifica | pt_PT |
| dc.description.version | N/A | pt_PT |
| dc.identifier.citation | Dias, A.M. - Avaliação da eficácia da aplicação de bioestimulantes para a quebra de dormência em Actinidia deliciosa. Lisboa: ISA, 2018, 86 p. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 203096541 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.5/17886 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.publisher | ISA/UL | pt_PT |
| dc.subject | Actinidia | pt_PT |
| dc.subject | botões florais | pt_PT |
| dc.subject | dormência | pt_PT |
| dc.subject | gomos | pt_PT |
| dc.subject | horas de frio | pt_PT |
| dc.title | Avaliação da eficácia da aplicação de bioestimulantes para a quebra de dormência em Actinidia deliciosa | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
