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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Apesar de inúmera investigação, poucos estudos têm questionado os significados e as estratégias de avaliação dos conceitos de Bem-Estar Subjectivo (BES) e Bem-Estar Psicológico (BEP). Neste trabalho discute-se a necessidade de, neste domínio, a avaliação integrar diferentes indicadores e não apenas a auto-avaliação. Esta discussão assenta numa investigação com mulheres idosas (65-75 anos), não-pacientes, e segue uma metodologia diferencial de estudo de ‘grupos experimentais’ (Reuchlin, 1964). Com recurso às EBEP (Ryff, 1989a) e ao Rorschach (Exner, 1995), foram identificados diferentes níveis e tipos de BE. A auto-avaliação mostra-se insuficiente para diferenciar tipos específicos de BE, designadamente o BEP genuíno – nível elevado de BEP na auto-avaliação e ausência de sinais psicopatológicos no Rorschach – do BEP ilusório (nível elevado de BEP na auto-avaliação e sinais de patologia e/ou sofrimento psicológico).
Descrição
Versão manuscrita.
Palavras-chave
Bem-Estar Psicológico Bem-Estar Subjectivo Auto-avaliação Rorschach Adultos idosos
Contexto Educativo
Citação
Novo, R. F. (2005). We need more than self-reports: contributo para a reflexão sobre as estratégias de avaliação do bem-estar. Revista de Psicologia, Educação e Cultura, 9, 477-495.
