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Conjecturas de Cleonice

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No prefácio ao volume Conjecturas e refutações, Karl Popper explica como o progresso do conhecimento se realiza por intermédio de conjecturas, que depois são escrutinadas por tentativas de refutação. Podendo embora suplantar estes escrutínios, não podem as conjecturas ser “categoricamente justificadas”, isto é, nem podem ser “demonstradas como indubitavelmente verdadeiras, nem mesmo como «prováveis» (no sentido do cálculo de probabilidades)” (POPPER, 2003, p.9). Para Popper, é a sua natureza crítica (ou seja, a indemonstrabilidade que lhes está associada) e progressiva (quer dizer, pertencerem a uma história do conhecimento) que faz do processo de conjecturar uma trave mestra da racionalidade do saber.

Descrição

Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

DIONÍSIO, João (2016): “Conjecturas de Cleonice”, Genuína Fazendeira. Os frutíferos 100 anos de Cleonice Berardinelli. Ed. G. Santos & P. M. Oliveira, Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 335-339.

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