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Caracterização eco-fisiológica de cinco cultivares de videira baseada na medição de trocas gasosas e na imagem térmica

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A grande variabilidade genética que caracteriza a espécie Vitis vinifera resulta numa grande heterogeneidade de resposta entre cultivares, nomeadamente em termos da resposta fisiológica e agronómica ao stress hídrico (severo ou moderado). O conhecimento mais detalhado das características de cada cultivar em termos do seu comportamento estomático, fotossintético e relações hídricas pode ajudar ao desenvolvimento de novos programas de melhoramento genético e/ou à optimização de novas estratégias de irrigação (ex. rega deficitária) que visem o aumento da eficiência do uso de água na viticultura comercial (Costa et al., 2007). O uso de imagem de infravermelhos emergiu recentemente como método rápido e eficaz para se avaliar a temperatura das folhas, e indirectamente, monitorizar o comportamento estomático e estado hídrico das plantas de videira (Jones et al., 2002; Grant et al., 2006) ou de plantas modelo como a Arabidopsis thaliana (Merlot et al., 2002). No estudo aqui apresentado procedeu-se à caracterização eco-fisiológica de 5 cultivares de videira cultivadas em Portugal, combinando-se para isso a técnica de imagem de infravermelhos, a medição de trocas gasosas e a análise morfoanatómica das folhas

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Palavras-chave

videira troca gasosa

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