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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A avaliação do grau de perda de um elemento exposto a movimentos de vertente suportada por relações empíricas que estabelecem a relação entre nível de danos/grau de perda e a descrição qualitativa de diferentes tipologias de danos (abordagem GrauPerda 1) pode ser alvo de alguma subjetividade
quando efetuada por técnicos com diferentes níveis de especialização.
Como forma de acautelar esta possível fonte de incerteza, são estabelecidos um conjunto de critérios mensuráveis e marcadores únicos de deformação, que permitem uma maior objetividade na determinação do grau de perda (abordagem GrauPerda 2). Para comparar o ajuste da presente proposta à abordagem GrauPerda 1, foi utilizado um catálogo de 356 movimentos de vertente do tipo deslizamento que geraram danos em diferentes tipos de estradas na bacia do Rio Grande da Pipa, Arruda dos Vinhos. Comparativamente, a determinação do grau de perda com base na presente proposta (GrauPerda 2) evidencia um razoável ajuste aos critérios mais subjetivos, que têm sido utilizados para determinar qualitativamente a vulnerabilidade física das estradas.
Descrição
Palavras-chave
Deslizamentos Vulnerabilidade física Grau de perda Elementos expostos Estradas
Contexto Educativo
Citação
Alves, C., Oliveira, S. (2017) Vulnerabilidade física das estradas a deslizamentos. In: A. Gomes, S. Teixeira, L. Soares (Comissão Redatorial). Geomorfologia 2017. Atas do VIII Congresso Nacional de Geomorfologia. (pp. 63-66). Associação Portuguesa de Geomorfólogos. ISBN: 978-989-964662-7-8.
