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Orientador(es)
Resumo(s)
Da vida de Safo, considerada a décima musa desde a Antiguidade, pouco se sabe. Todavia, principalmente a partir da Heróide XV, a primeira mulher escritora da cultura ocidental ficou para a História como uma mártir do amor. Tal condição levou a que durante o século XVIII, e com renovado interesse no século XIX, a história de Safo a inscrevesse para sempre na galeria de figuras sofredoras, de índole marcadamente romântica. Esta comunicação pretende estudar a imagem de Safo na poesia romântica portuguesa, que prolongou a lenda do seu suicídio no desfiladeiro de Leucates devido ao amor de Fáon, por quem foi abandonada. Este ensaio estuda principalmente o poema «Safo» (Virações da Madrugada, 1854) de Maria Felicidade do Couto Browne.
Descrição
Palavras-chave
Browne, Maria, 1797-1861 - Crítica e interpretação Safo, 0612?-0557? a.C. Romantismo Recepção dos clássicos
Contexto Educativo
Citação
Nobre, Ricardo (2012). «“Já Safo não seria”: Figuração Romântica de Safo em Virações da Madrugada, de Maria Browne». In A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade, coord. Cristina Pimentel e Paula Morão. Lisboa: Campo da Comunicação. 143-156.
