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Orientador(es)
Resumo(s)
This study analyzed whether hostility towards foreigners perceived as competitors in the labor market
would be related to the perception of threat (symbolic and economic) and negative intergroup emotions.
270 people between 18 and 63 years participated. In Brazil (N = 89), mostly men (59%) and average
age 32.5 years; In Portugal (N = 87), mostly men (56.3%) and average age 39.9 years; in Spain (N =
94), mostly women (53.2%) and average age of 32.8 years. The results (t-test, analysis of variance
and multiple regressions) indicated that in Spain negative emotions are associated with less hostility towards immigrants; In Brazil, positive emotions are associated with hostile attitudes. In Portugal, the
relationship between positive emotions and hostility is positive, but not signifi cant. The symbolic threat
was the best predictor of hostility only in the Brazilian sample. Positive emotions predispose to a greater
kindness towards foreigners in the three countries. The main conclusion of the study is that the economic
crisis does not seem to be associated with the perception of competitiveness of foreigners in the local
labor market and hostility towards this social group.
O estudo analisou se a hostilidade para com estrangeiros percebidos como concorrentes no mercado de trabalho estaria relacionada com a percepção de ameaça (simbólica e econômica) e as emoções intergrupais negativas. Participaram 270 pessoas entre 18 e 63 anos, assim distribuídas: Brasil (N = 89), idade média de 32.5 anos, maioria de homens (59%); Portugal (N = 87), idade média de 39.9 anos, maioria de homens (56.3%); e Espanha (N=94), idade média de 32.8 anos, maioria de mulheres (53.2%). Os resultados do Teste-t, análise da variância e regressões múltiplas indicaram que enquanto na Espanha emoções negativas se associam a menos hostilidade para com imigrantes, no Brasil é a expressão de emoções positivas que se encontra associada a tais atitudes hostis. Em Portugal a relação entre emoções positivas e hostilidade é positiva, mas não signifi cativa. A ameaça simbólica foi o melhor preditor de hostilidade somente na amostra brasileira. Emoções positivas predizem maior amabilidade para com estrangeiros nas amostras dos três países. A principal conclusão do estudo é que a crise econômica não parece estar associada com a percepção de competitividade do estrangeiro no mercado de trabalho local e a hostilidade para com este grupo social.
O estudo analisou se a hostilidade para com estrangeiros percebidos como concorrentes no mercado de trabalho estaria relacionada com a percepção de ameaça (simbólica e econômica) e as emoções intergrupais negativas. Participaram 270 pessoas entre 18 e 63 anos, assim distribuídas: Brasil (N = 89), idade média de 32.5 anos, maioria de homens (59%); Portugal (N = 87), idade média de 39.9 anos, maioria de homens (56.3%); e Espanha (N=94), idade média de 32.8 anos, maioria de mulheres (53.2%). Os resultados do Teste-t, análise da variância e regressões múltiplas indicaram que enquanto na Espanha emoções negativas se associam a menos hostilidade para com imigrantes, no Brasil é a expressão de emoções positivas que se encontra associada a tais atitudes hostis. Em Portugal a relação entre emoções positivas e hostilidade é positiva, mas não signifi cativa. A ameaça simbólica foi o melhor preditor de hostilidade somente na amostra brasileira. Emoções positivas predizem maior amabilidade para com estrangeiros nas amostras dos três países. A principal conclusão do estudo é que a crise econômica não parece estar associada com a percepção de competitividade do estrangeiro no mercado de trabalho local e a hostilidade para com este grupo social.
Descrição
Palavras-chave
Immigration Discrimination Intergroup emotions
Contexto Educativo
Citação
Gondim, S. M. G., Álvaro-Estramiana, J. L., Pereira, C. R., Camino, L., Torres, A. R., Garrido-Luque, A., Techio, E. M., Barreiros, J. A., Lorente-Clemares, R., Alongo-Flores, P. E. (2018). Intergroup Emotions, Perceived Threats and Hostility against Foreigners: Comparing Brazil, Portugal, and Spain. Trends in Psychology / Temas em Psicologia, Vol. 26 (1), 167-182
Editora
Sociedade Brasileira de Psicologia
