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Prosódia, variação e processamento automático

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Neste capítulo apresentamos um olhar panorâmico sobre a variação prosódica e sobre a sua interface com a área do processamento automático de fala. Tendo por base essencialmente a investigação que tem sido desenvolvida no português europeu sobre corpora de fala espontânea e preparada, em contextos de exposição e de interação, nomeadamente na variedade padrão falada em Lisboa, analisamos a variação da entoação em contextos declarativos e interrogativos, e abordamos as funções pragmáticodiscursivas que podem associar-se também a outros parâmetros prosódicos. Partindo de estudos comparativos inter-estilos (com maior/menor grau de espontaneidade e de planeamento, e natureza mais interativa/expositiva) e inter-falantes (espaço geográfico, género, grupo etário/estatuto), destacamos o papel da variação estilística e sociolinguística da prosódia no português europeu. Mostramos também o papel da variação no processamento automático de proeminência prosódica, pontuação, disfluências e emoções.

Descrição

Palavras-chave

Prosódia Entoação Variação estilística Variação social Processamento automático de fala

Contexto Educativo

Citação

Mata, A. I. & Moniz, H. (2016) “Prosódia, variação e processamento automático”, in A. M. Martins & E. Carrilho (eds.), Manual de Linguística Portuguesa, Manual de Linguística Portuguesa (pp. 116—155) [Preprint]. De Gruyter Mounton. https://www.degruyter.com/view/product/432133

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