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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Confessadamente um apaixonado pelo drama clássico, João Canijo adaptou ao grande ecrã versões da tragédia grega, todavia reformuladas e ambientadas à realidade portuguesa dos séculos XX e XXI. Canijo insere-se assim naquela que é já uma tradição cinematográfica que, desde pelo menos os anos 40 do
século passado, tem levado ao grande ecrã o mito de Electra, adaptado de forma mais ou menos explícita, relativamente aos textos gregos de base. Electra deverá ser mesmo uma das personagens da cultura grega mais interpretadas e relidas na cinematografia, sendo João Canijo um dos autores que para esta forma moderna de reescrita do mito contribuiu. Este estudo analisa a sua proposta de leitura do mito de Electra.
Descrição
Palavras-chave
Antiguidade no Cinema Recepção da Antiguidade Clássica Recepção dos Estudos Clássicos João Canijo Tragédia Grega e Cinema Electra Atridas Mito e Cinema
Contexto Educativo
Citação
Rodrigues, N. S., «As Electras de João Canijo», in M. Marcos Ramos coord., Mucho más que cine: historia, literatura y arte en el cine en español y en português, Madrid, Editorial Dykinson, 2021, 806-820.
