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Ciclo interno do azoto em árvores

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O azoto (N) é um macronutriente que frequentemente limita a produtividade vegetal, influenciando fortemente a assimilação de carbono e o crescimento das plantas. A disponibilidade de N condiciona o desenvolvimento das folhas e das copas (área foliar), a eficiência fotossintética e desempenha um papel chave na partição da biomassa entre componentes permanentes e efémeras, assim como entre biomassa aérea e subterrânea. As árvores crescem incorporando N a partir de várias fontes externas. Além da mineralização da matéria orgânica do solo e da fertilização azotada, a deposição atmosférica constitui uma fonte importante de azoto nos ecossistemas florestais. Nalguns ecossistemas a fixação microbiana do N2 atmosférico também é importante. Além do N externo, o crescimento das árvores também se dá à custa de N armazenado nos próprios tecidos, através do ciclo interno. Este processo inclui nas espécies das zonas temperadas e boreais o armazenamento sazonal de N, seguido de remobilização durante os períodos de crescimento. O ciclo interno dos nutrientes permite que o ritmo sazonal de crescimento seja independente da absorção (aquisição) de nutrientes pelas árvores e pode contribuir com uma parte importante e significativa das necessidades anuais de azoto para o crescimento. O ciclo interno deve também ser considerado como factor determinante da resposta de longo prazo à aplicação de fertilizantes em termos de crescimento das árvores. No presente trabalho os processos do ciclo interno do azoto foram quantificados em espécies arbóreas que diferem no crescimento e na fenologia: Eucalipto (Eucalyptus globulus Labill.), espécie perenifólia de rápido crescimento, Sobreiro (Quercus suber L.), espécie perenifólia de crescimento mais lento, e Freixo (Fraxinus angustifolia Vahl.), uma folhosa de folha caduca. ãrvores jovens foram plantadas em vasos com areia e regadas com soluções nutritivas contendo concentrações contrastantes de NH,4NO3, permitindo o pré-condicionamento das plantas quanto ao seu teor de azoto e diferenças no crescimento e induzindo diferentes capacidades de armazenamento e de reciclagem interna de azoto. Para quantificar o ciclo interno do azoto utilizaram-se técnicas de marcação com o isótopo 15N para distinguir o azoto remobilizado do azoto absorvido pelas raízes. Os processos do ciclo interno do azoto foram estudados em relação à fertilização azotada em eucalipto e sobreiro; e em relação ao CO2 elevado em freixo

Descrição

Doutoramento em Engenharia Florestal - Instituto Superior de Agronomia

Palavras-chave

Eucalyptus globulus Quercus suber Fraxinus azoto

Contexto Educativo

Citação

Carvalho, P.C.O. - Ciclo interno do azoto em árvores. Lisboa: ISA, 1997, 69 p.

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