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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A criação de Infraestruturas de Dados Espaciais (IDE) representa uma mudança de paradigma na forma como
é encarada a informação geográfica pelos técnicos/especialistas/decisores e pelo cidadão em geral. A tendência recente de dados abertos e ciência aberta, exigem plataformas para a distribuição e intercâmbio de dados de investigação, incluindo informação geográfica. Enquanto os requisitos e benefícios da troca de dados é amplamente discutido, existem propostas sobre como implementar plataformas de dados que, não só, permitam a troca de dados da investigação entre investigadores, mas que também permitam distribuir os resultados e dados ao público interessado. Ao reduzir a duplicação na aquisição e processamento de dados as IDE potenciam uma significativa redução dos custos em recursos e pessoas necessários para a investigação e para o apoio à decisão nos sectores público e privado. A salvaguarda e divulgação de
informação cientifica, muito particularmente em áreas específicas e transversais como a Geografia e o Ordenamento do Território, é imperativo, na era da big data e do volunteer geodata. Abordam-se os desafios e constrangimentos ao desenvolvimento de uma Infraestrutura Universitária de Dados Espaciais, que permita a reutilização, preservação e divulgação dos dados geográficos e da cartografia produzida pela comunidade académica e científica, em anos de intensa atividade de investigação reconhecida como de excelência, idealmente, integrada na Infraestrutura Nacional de Informação Geográfica (SNIG).
Descrição
Palavras-chave
Infraestruturas de dados espaciais organizacionais Big Data Dados geográficos voluntários Produção científica Ordenamento do território
Contexto Educativo
Citação
Domingues, S., & Rocha, J. (2020). Infraestruturas universitárias de dados espaciais: valências para o ordenamento do território, In: Paula Cristina Remoaldo, Maria José Caldeira, Virgínia Teles, Elaine Scalabrini & José Alberto Rio Fernandes (Eds.), Livro de Atas XII Congresso da Geografia Portuguesa, Geografias de Transição para a Sustentabilidade, (pp. 544-549), Universidade do Minho. ISBN 978-989-98857.
